Responsabilidade tributária na empresa x comprometimento

Responsabilidade tributária na empresa x comprometimento

Vamos falar de responsabilidade tributária?

Nos comprometemos com relações afetivas, com horários, com saúde e, por que não dizer, com os negócios.

A questão é que esse compromisso tem sido uma prática impensada.

Pessoas empenham suas palavras e seus nomes esquecem que isso tem força moral e jurídica.

No mundo dos negócios, milhares de decisões são tomadas diariamente, de forma irresponsável do ponto de vista da consciência por trás da decisão.

 

Problemas emergem das decisões

Sem papas na língua, preciso dizer que há muita inconsequência no mercado.

Vejo gestores se assustando com cobranças fiscais porque desconheciam que tais exigências não foram cumpridas.

Ai, a vaca já foi pro brejo porque, quando a conta chega, a primeira reação é se descabelar e se colocar como vítima.

 

A Cesar o que é de Cesar

Sabemos que há profissionais competentes e outros nem tanto em qualquer profissão. A grande questão é que se, eu administro um negócio, me parece lógico que eu deva conhecer as minhas responsabilidades como contribuinte.

Em outras palavras, eu preciso conhecer como a empresa deve contribuir com os tributos.

O que pagar? Quando pagar?

Só que ao contador é delegada a responsabilidade de receber o movimento contábil e “se virar”.

Nessa hora, os “menos preparados”

se viram e colocam a empresa em risco.

Tudo é uma questão de lógica

Diz o ditado popular que o olho do dono engorda o gado. Baseado nessa premissa, o que faz um administrador quando não verifica se a empresa está quite com as exigências fiscais?

Não é preciso ser PHD no assunto. Basta administrar, verificando se tudo está sendo feito para decidir se o trabalho está sendo realizado com eficiência. Afinal, a maior prejudicada será a empresa.

 

Identifique as exigências fiscais

Geralmente, o problema só tem sido descoberto quando o tempo já passou e a cobrança ameaça quebrar a empresa.

Ninguém precisa ser PHD no assunto com exceção do profissional que vai executar o serviço. Entretanto, cabe identificar quais são as declarações fiscais devidas pela empresa, quando e quais são os tributos a serem recolhidos e quais os tipos de registros em órgãos competentes são necessários.

Ter essa consciência evita muito aborrecimento.

 

Faça restrições diárias

Qualquer tipo de prestação de serviço é um acordo bilateral onde ambas as partes se comprometem a cumprir com suas responsabilidades previamente definidas.

Quando isso não acontece, cabe decidir por rescindir o contrato.

O que não pode acontecer é ignorar a qualidade do serviço e reclamar depois.

 

Use o tempo a favor da empresa

Muitos gestores deixam o tempo passar sem que verifiquem o cumprimento das normas e quando descobrem falhas, os erros são surpreendentes.

Seja racional. Observe. Peça explicações e, se for o caso, substitua a prestação de serviços.

Só não relegue uma exigência fiscal pelo simples fato de que o fisco é nosso maior credor.

 

Por fim, o maior erro é sempre nosso porque permitimos que ele fosse praticado. Use seu direito de escolha.

 

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